Todo mundo já recebeu aquele brinde que foi direto para a gaveta. Ele custou o mesmo que um brinde bom — a diferença esteve na escolha e no acabamento, não no preço.
Por isso a nossa conversa começa pelo uso, e não pelo produto: quem vai receber, em que momento, e o que essa pessoa realmente levaria para casa ou para a mesa de trabalho. Um item que fica à vista todo dia trabalha pela marca o ano inteiro; um item que some na primeira semana some com o investimento junto.
Depois vem a parte técnica, que é onde a maioria dos projetos escorrega: o material manda na gravação. Inox aceita laser e fica para sempre; plástico pede tampografia ou UV; tecido pede bordado ou transfer. Escolher errado é ter uma marca que descasca no terceiro uso — e é esse tipo de detalhe que a gente resolve antes de você aprovar qualquer coisa.